Sto. António ou a deambulação pacotense
Segunda-feira, dia 12 de Junho. 18h30. Já andava o Tone todo entusiasmado com a bebedeira fenomenal que iria apanhar nessa noite. Pelas suas previsões e quantidade de convites que recebeu pensou que iria ser uma noite espectacular à moda antiga. Os ingredientes estavam todos lá: uma noite quente, muitas barraquinhas para os comes e bebes, quantidade excessiva de gente que circulava na noite. Apesar de imensos convites, como já aqui se referiu, apenas uma pessoa confirmou que estava psicologicamente preparado para a batalha. Tavares de seu nome resolveu sair à rua.
A noite começou com uma bifana gigante, acompanhada pela bela da cervejinha.
O certo é que para o Tone, aquilo não era suficiente. Como até andava um bocado abatido e desiludido, resolveu investir na buba. Sim, porque até os romanos já diziam que o bom vinho alegra o coração do homem.
Desta feita, o Tone tratou de descobrir onde é que se vendia a melhor sangria. Após árdua investigação (e muitas cervejas pelo meio), lá se apurou que aquela se vendia numas escadinhas em frente à fachada lateral superior da Sé de Lisboa. Eram uns fulaninhos muito cómicos: conseguiam beber mais do que vendiam…
O certo é que a sangria deles era explosiva. Para além de vodka, as tradicionais frutas e vinho, ainda levavam um bom bocado de rum. Ena que aquilo é que era bom. Depois da terceira (e já com 6 jolas no bucho), o Biclas lá conseguiu animar. Depois foi a cena do costume: muitos pacotes a deambularem pelas ruas (tantos que era difícil escolher para onde olhar), bitaites bem intencionados, asneiras a torto e a direito.
Pelo meio da noite lá acabou por se encontrar o amigo OC, que trazia uma vestimenta ao estilo de jogador de golf e o caríssimo Yurgi Gorgonov.
Epa, já estou farto de escrever!
Se quiserem saber mais, mandem-me um mail ou coisa do género.
Sim, porque a ressaca não mata, mas mói!
Já agora, o S. João no Porto bate isto de longe! E que bom que vai ser!

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